Nós nos pegamos, frequentemente, pensando como a tecnologia estará avançada daqui a 10 anos. Este livro se passa em Nova Iork, no ano de 2037, onde o avanço tecnológico permitiu a um cientista criar uma máquina que permite ver o passado. Imagine um crime executado possa ser visto depois de acontecido? Teríamos, com toda certeza, um mundo um pouco mais seguro. Mas imagine agora se esta maquina fosse roubada por alguem que não tem tantas boas intenções como o cientista criador? Este livro me enviado como parceria pela Cenir Zemuner, é um livro que envolve religião, amor, perdão, ética e ciência. Assuntos tão polêmicos sendo tratados juntos provocam uma contradição ou ate uma confusão em nossa mente, mas a autora conseguiu envolver e incluir tão bem os assuntos que nos fixa no livro. Porém concordo com um blog (me perdoe, mas não lembro de quem li uma resenha antes de receber o livro) que disse: "somos apresentados a tantos personagens ao longo do enredo que quando lemos não conseguimos nos apegar a ninguém" e, sim, gostamos disso, gostamos de como nos envolvemos com o jeito que um personagem vive ou age e com tanto personagens, só conseguimos nos fixar na história.
Olá, bom início de noite, leitores! Fiquei lhes devendo essa, então, está aí.
Sinopse: Don é um homem inteligente, bem sucedido, que não tem muitos amigos e vive sua rotina com um certo padrão, enquanto tem a esperança de achar uma esposa que se encaixe PERFEITAMENTE em todos os padrões impostos por ele, quando conhece Rosie, uma mulher completamente diferente de Don, e ele decide ajuda-la em um tópico muito importante para ela.
Resenha: No início, achei o livro um pouco parado e até um pouco chato, mas depois me apaixonei pelo Don. O livro é bem fofo, mas não entrou na lista dos meus favoritos. Porém ainda é bem recomendado.
O que mais gostei nesse livro é o modo como ele relata que as pessoas são diferentes e que temos que viver bem, aceitando o lado do outro... A velha frase: "Alguém tem que ceder". E é tão legal a forma como os personagens aprendem um com o outro. No final, vale a pena.








